07/03

Dia 2 – Os Supersticiosos da Religião

Postado dia 07 de março de 2016

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Por Gustavo Bessa

 

No Sermão do Monte, Jesus critica o tipo de oração feita pelos supersticiosos. Segundo Jesus, os supersticiosos “pensam que por muito falarem serão ouvidos” (Mateus 6.7). Eles repetem as mesmas palavras e expressões vez após vez, pois imaginam que Deus se impressiona ou se sente constrangido a responder positivamente aos pedidos de uma pessoa que fala a mesma coisa o tempo todo. Da perspectiva dos supersticiosos, Deus é um ser manipulável. Quanto mais pressão, mais rapidamente Deus age.

 

 

Os adoradores de Baal se utilizaram desse tipo de estratégia supersticiosa quando se confrontaram com o profeta Elias no Monte Carmelo (1Reis 18.25-29). Esses adoradores supersticiosos gritaram por Baal, dançaram em volta do altar e até mesmo se feriram com espadas, tentando atrair a atenção do deus deles para a oração que faziam. Eles achavam que deus sempre se sente forçado a agir se vir alguns tipos determinados de ações e rituais dos seus adoradores.

 

 

Algumas pessoas oram como esses supersticiosos da religião. Imaginam que Deus é uma máquina programada e obrigada a responder a alguns comandos pré-estabelecidos. De acordo com essas pessoas, basta conhecer o software (o sistema de leis que governa a máquina), clicar os comados corretos (pronunciar e executar as ações corretas) e a máquina agirá de acordo com o que elas desejam. Acreditam que o uso de algumas palavras e expressões na oração agem como se fossem uma fórmula mágica capaz de colocar deus em movimento. Para elas, Deus é um ser totalmente impessoal e automático, um pequeno ser no universo e um prisioneiro de leis e sistemas operacionais. Por causa dessa visão errada de Deus e da oração, muitas pessoas oram usando expressões como “eu determino” ou “eu reivindico”. Fazendo assim, tais pessoas agem como os supersticiosos da religião e igualam o Deus da Bíblia ao Baal pagão.

 

 

Jesus disse que os seus discípulos não devem ficar “sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos” (Mateus 6.7). Essas pessoas não oram a Deus por causa de Deus, mas oram ao vento por causa da superstição. Elas oram de maneira errada e se enganam porque, iludidamente, imaginam estarem orando a Deus.

 

1 – O Sermão do Monte é uma mensagem para que cada pessoa, individualmente, se auto-examine, e, não para que cada pessoa examine o comportamento dos outros.

  1. Como você se vê diante dessa palavra de Jesus?
  2. Em algum momento, você imaginou que a sua oração teria mais poder se você usasse essa ou aquela expressão?
  3. De que maneiras você já tentou “manipular deus”?
  4. Você tem algum tipo de superstição? Qual?
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06/03

Dia 1 – Os Profissionais da Religião

Postado dia 06 de março de 2016

Hipócrita

 

Por Gustavo Bessa

 

A oração é um dos temas de Jesus no Sermão do Monte. Antes de ensinar as pessoas a orar, Jesus decidiu ensinar as pessoas sobre como não deveriam orar. Nem toda oração é ouvida por Deus. Existem maneiras corretas e incorretas de orar. Uma das maneiras incorretas foi exemplificada pelo tipo de oração dos profissionais da religião. Jesus os chamou de hipócritas. Jesus disse que “eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros” (Mateus 6.5).

 

 

Alguns profissionais da religião entendem que a oração é uma tarefa a ser executada como sendo uma exigência do trabalho que desempenham. Porque eles entraram no “negócio” da religião, eles precisam mostrar “serviço”. Eles necessitam mostrar para todos o quanto são esforçados e o quanto se dedicam no desempenho das suas atividades. As pessoas de quem eles acham receber o salário precisam vê-los trabalhando. Eles são “homens de negócios”. Quanto mais eles se mostram para as pessoas, mais eles justificam o salário que recebem. Por isso eles fazem questão de orar em público e de teatralizar as performances religiosas. Eles não estão preocupados com a oração, mas com o serem vistos pelos outros para justificarem o seu ganho.

 

 

Outros profissionais da religião não estão em busca de dinheiro ou de retorno material. Eles não se importam tanto com os retornos financeiros. Eles são artistas! Eles estão em busca de aplausos, admiradores, elogios e honras. Essas pessoas teatralizam as suas performances religiosas porque sentem um vazio no coração. Assim tentam encher e inchar o ego com os elogios humanos. Quanto mais admiradores, seguidores, elogiadores e bajuladores esses profissionais da fé têm, melhor eles se sentem. Essas pessoas não estão preocupadas com a oração, mas com o serem vistos pelos outros para sentirem bem.

 

 

Jesus disse que essas pessoas, os “profissionais da religião”, “já receberam a sua plena recompensa” (Mateus 6.5). Essas pessoas, na verdade, não estão orando a Deus, mas teatralizando os seus serviços religiosos diante dos outros. A busca desses “profissionais” não é por Deus, mas pela atenção das pessoas. Eles querem simplesmente justificar o seu ganho ou atrair mais admiradores e expectadores para as suas performances. Esse tipo de oração não alcança Deus.

 

 

1 – O Sermão do Monte é uma mensagem para que cada pessoa, individualmente, se auto-examine, e, não para que cada pessoa examine o comportamento dos outros.

  1. Como você se vê diante dessa palavra de Jesus?
  2. O que você está buscando quando você ora ou adora a Deus?
  3. Você já fez orações motivado pelo desejo de impressionar as pessoas do seu lado?
  4. Você já visitou lugares e fez orações para mostrar para as pessoas o quanto você “trabalha duro”?

 

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02/03

Um líder segundo o coração de Deus

Postado dia 02 de março de 2016

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Uma pequena réplica da Arca de Noé (Zoo de Jerusalém)

 

Por Gustavo Bessa

 

 

Nos dois últimos meses de 2014, os livros de Esdras, Neemias, Ester, Ageu e Zacarias tornaram-se a minha leitura diária. Em algumas estações da vida, eu percebo que Deus me direciona a ler livros específicos da Bíblia; e, então, eu me dedico à leitura e à releitura desses livros em todas as minhas devocionais. Eu me assento em minha poltrona, abro a Bíblia e deixo o meu coração imergir no texto sagrado. Às vezes, eu me debruço em oração sobre apenas um único versículo por quase uma hora. Eu deixo que o Espírito Santo me instrua e me molde a partir daquelas palavras.

 

 

Enquanto eu lia e relia o livro de Neemias, eu percebi algumas características de liderança que ainda não havia notado. Sei que muitos livros já foram escritos sobre o estilo de liderança de Neemias. (Eu mesmo já li alguns desses livros e já ouvi algumas mensagens sobre isso.) Mas dessa vez, enquanto eu lia o livro, o que mais me chamou a atenção foram as orações que ele fez. No meio das atividades, enquanto executava as muitas tarefas, dialogava com as pessoas ou orientava o povo, Neemias orava e dialogava com Deus! Ele tinha essas conversas com Deus durante as atividades e tarefas do dia-a-dia!

 

 

Quando ele ouviu que Sambalate e Tobias lançavam zombarias contra ele e o povo de Israel, Neemias orou: “Ouve-nos, ó Deus, pois estamos sendo desprezados. Faze cair sobre eles a zombaria” (Neemias 4.4). Em outra vez, quando os inimigos traziam palavras de intimidação contra Israel, Neemias orou: “Fortalece agora as minhas mãos” (Ne 6.9). Em outra ocasião, Neemias parece dialogar com Deus como quem conversa com um amigo: “Lembra-te do que fizeram Tobias e Sambalate, meu Deus, lembra-te também da profetisa Noadia e do restante dos profetas que estão tentando me intimidar” (Ne 6.14). Depois, quando ele reorganizou a distribuição dos dízimos e ofertas para os sacerdotes e os levitas, Neemias parece estar olhando para o Senhor ao dizer: “Lembra-te de mim por isso, meu Deus, e não te esqueças do que fiz com tanta fidelidade pelo templo de meu Deus e pelo seu culto” (Ne 13.14). Novamente, quando ele estabelece as leis para impedir que as pessoas vendessem mercadorias no dia de sábado, ele se volta para Deus dizendo: “Lembra-te de mim também por isso, ó meu Deus, e tem misericórdia de mim conforme o teu grande amor” (Ne 13.22).  E em outra ocasião, ao agir vigorosamente contra a banalização do ministério sacerdotal, ele conversa com Deus e fala: “Não te esqueças deles, ó meu Deus, pois profanaram o ofício sacerdotal e a aliança do sacerdócio e dos levitas” (Ne 13.29). Por fim, as últimas palavras do livro de Neemias não poderiam ser diferentes dessas: “Em tua bondade, lembra-te de mim, ó meu Deus” (Ne 13.31).

 

 

Essa característica de líder me chamou a atenção! O líder não é apenas aquele que elabora planos e estratégias, inspira os outros ou executa tarefas, mas sobretudo aquele que traz Deus para as suas realidades, projetos, lutas e desafios do dia-a-dia. Enquanto ele conversa com as pessoas, ele ora; enquanto ele toma as decisões, ele conversa com Deus; enquanto ele executa as tarefas, ele mantém o seu diálogo com o Senhor. O líder entende que, acima de todas as coisas, Deus é Aquele para quem ele deve prestar contas de tudo quanto diz e faz. Por essa razão ele conscientemente busca cultivar o relacionamento com Deus em todo o tempo, em todos os lugares e em tudo o que faz.

 

 

Que o Senhor faça de nós pessoas que liderem sob a consciência da presença de Deus conosco.

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29/02

A âncora da alma

Postado dia 29 de fevereiro de 2016

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Por Gustavo Bessa

 

 

Há alguns dias, eu comprei uma âncora para enfeitar o meu escritório. Não é uma âncora de verdade, mas a escultura de uma âncora. Eu coloquei esse enfeite em cima do meu armário de livros a fim de que, durante o meu período devocional, eu possa lembrar-me de que as tempestades não conseguirão me arrastar para o alto-mar pois a minha alma está firme. O autor da epístola aos Hebreus é quem usa a figura da âncora para se referir à esperança dos cristãos. Ele escreveu que “temos essa esperança como âncora da alma, firme e segura” (Hebreus 6.19).

 

 

Se achamos que o nosso mundo está vivendo dias de colapso, devemos ler o que estava acontecendo com o mundo dos nossos irmãos do primeiro século. O mundo deles também estava entrando em colapso! Eles não estavam sofrendo por causa de alguma política econômica do governo, mas por causa do compromisso que eles tinham com Jesus. Porque eles haviam decidido viver em obediência à Palavra de Deus, eles “suportaram muita luta e sofrimento” (Hb 10.32). Algumas vezes eles foram “expostos a insultos e tribulações” (10.33). Outros irmãos foram presos por causa da fé e ainda outros perderam tudo por serem leais à Jesus e à Palavra (10.34). Se antes de se entregarem à Jesus, eles viviam “uma vida tranquila”; depois que eles se demitiram do serviço que desempenhavam no império das trevas, o mundo deles se tornou um caos! Enquanto eles ainda estavam nas sombras e nas trevas, “tudo ia bem”, mas quando eles conheceram a luz e foram em direção à luz de Jesus, eles começaram a sofrer todo tipo de afronta e perseguição.

 

 

Quando rompemos com as trevas e nos voltamos para Deus, as trevas se levantam contra nós. A nossa vida parece se transformar em um caos por causa das pressões, opressões e perseguições. E os primeiros sussurros dos demônios em nossos ouvidos são sugestões para que abandonemos a nossa decisão de seguir a Cristo e a Palavra dEle: “Se Deus está com você, por que você está passando por tanta luta? Se você tomou a decisão correta, por que existe tanta pressão sobre você?”.

 

 

Essas sugestões demoníacas são como que ventos fortíssimos e ondas pesadíssimas que caem sobre o barco da nossa vida. Quando decidimos deixar a cidade da destruição, desfazer as amarras que prendiam o nosso barco no porto do engano e navegar para o lugar indicado pela Palavra de Deus, os inimigos da nossa alma investem violentamente contra nós. Eles não têm nenhum tipo de compaixão ou verdade. Pelo contrário, eles usam todas as artimanhas para nos trazer de volta para “o porto do engano” ou para nos amedrontar durante a nossa jornada.

 

 

Por essa razão, o autor aos Hebreus escreve sobre a esperança, que é a âncora da alma. A esperança nasce em nosso coração pela certeza que temos de que Deus é fiel para cumprir tudo o que prometeu. A esperança aponta para o futuro, para frente, para a terra que Deus prometeu dar-nos como herança. A esperança é construída sobre a solidez do caráter de Deus, que ama se revelar à nós e jamais fala mentira (Hb 10.18). No meio das tempestades do mar revolto, podemos sempre nos firmar na esperança.

 

 

Dias melhores virão!!! A Palavra de Deus, que já foi liberada, estabelecerá a paz! O caos desaparecerá! Em breve, veremos o futuro se materializando debaixo dos nossos pés e aquilo que esperávamos cheios de esperança se tornará realidade nas nossas vidas. Mas, enquanto os ventos fortes continuam a soprar, mantenhamos a nossa âncora firmada e segura na Palavra que Deus já nos compartilhou.

 

 

 

 

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27/02

Avivamento

Postado dia 27 de fevereiro de 2016

 

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A professora do Benjamim nos enviou essa foto

 

 

Por Gustavo Bessa

 

O avivamento é uma obra de Deus, e, não do homem. O avivamento é uma poderosa ação vivificadora de Deus no coração do ser humano, e, a partir desse indivíduo, as famílias, as cidades e as nações são igualmente despertadas para a necessidade que têm de um relacionamento verdadeiro com o Criador. Muitos que escreveram sobre o avivamento usaram o termo “Visitação”, ou seja, falaram sobre uma visitação de Deus. O episódio de Lucas 24 sobre o caminho de Emaús pode exemplificar o impacto de uma visitação de Deus na vida das pessoas: os corações são aquecidos (Lucas 24.32) e, imediatamente, as pessoas são renovadas e encorajadas a retornar ao lugar de onde nunca antes deveriam ter saído.

 

 

O amor de Deus por nós é impressionante e constrangedor. Ele, que é o Deus Todo-Poderoso, o Criador dos Céus e da Terra, das coisas visíveis e invisíveis, se importa conosco, e por isso, age para nos despertar do sono apático e nos arrancar das garras sedutoras desse mundo caído.

 

 

Como os valores e as palavras do mundo caído ainda tem voz em nosso coração frágil! Como somos facilmente seduzidos pelas propostas passageiras e transitórias do pecado. Somente Deus pode arrancar-nos da escravidão, chamando-nos para o relacionamento libertador com Ele. Foi exatamente isso que Deus fez com Moisés que, “já adulto, recusou ser chamado filho da filha do faraó, preferindo ser maltratado com o povo de Deus a desfrutar os prazeres do pecado durante algum tempo” (Hebreus 11.24-25). Se Deus não tivesse agido sobre a vida dele, Moisés teria se tornado um faraó, um homem egoísta e escravizador dos próprios irmãos. Bendito seja Deus que se importou com Moisés, com o povo de Israel e também se importa conosco.

 

 

O apóstolo Paulo escreveu que “tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nos ensinar, de foram que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança” (Romanos 15.4). O que foi escrito acerca de Moisés e do povo de Israel não foi escrito simplesmente para conhecermos a história, mas, sim, sobretudo para conhecermos Deus. O Deus que aqueceu o coração de Moisés para que o povo de Israel fosse reavivado é o mesmo Deus que pode aquecer os nossos corações para que possamos levar a mensagem que traga avivamento a outras pessoas, famílias, cidades e nações.

 

 

Se, por um lado, o avivamento é uma obra soberana do amor de Deus, o homem é o alvo desse amor. O ser humano não terá o coração aquecido se a sua resposta ao convite de Deus for uma resposta negativa. Os discípulos no caminho de Emaús jamais teriam o coração aquecido se não tivessem respondido Sim à aproximação de Jesus. Se eles não tivessem o coração aberto para ouvir a voz e a palavra de Jesus, eles teriam perdido a oportunidade de serem ministrados pelo Senhor. Se os prazeres transitórios do pecado tivessem uma voz mais alta no coração de Moisés do que a Palavra de Deus, Moisés teria perdido a oportunidade de ser o líder do povo de Israel na saída da escravidão do Egito.

 

 

Porque Deus é quem traz o avivamento e porque nós somos esses “lugares” onde Deus derrama o fogo que aquece o coração, Habacuque orou, dizendo: “Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia” (Habacuque 3.2 –RA). Que essa oração seja a nossa oração nesses dias, e nos próximos dias até que sejamos visitados pela presença doce, vivificadora e transformadora de Deus.

 

 

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25/02

Em busca de significado

Postado dia 25 de fevereiro de 2016

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Foto do trânsito corrido e das construções em Israel

 

 

Por Gustavo Bessa

 

Hoje acordei com aquela sensação de vazio. Você já passou por essa situação? A pessoa acorda e, sem mais nem menos, ela olha para o dia sem ter qualquer perspectiva em relação ao que fazer. Não que não existam demandas ou atividades; mas a pessoa simplesmente não consegue focar em coisa nenhuma. É uma sensação ruim e extremamente perniciosa pois, pouco a pouco, a sensação de vazio tenta influenciar os sentimentos, os pensamentos e a vontade. As pessoas que se entregam a esse tipo de sugestão tornam-se catatônicas! Elas perdem as boas emoções da vida, suprimem a habilidade de desenvolverem bons pensamentos e desistem de praticar boas ações. Essas pessoas se entregam à morte para morrerem silenciosamente sem motivo e sem causa.

 

 

Os jornais de ontem noticiaram o aumento do número de suicídios entre mulheres de 15 a 29 anos na cidade de São Paulo. Para o repórter do G1, o médico psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Teng Chei Tung disse que o suicídio “está muito associado a quadros psiquiátricos, como depressão ou uso de drogas. Nas grandes cidades, a mulher tem mais chance de ter depressão, pois o estilo de vida urbano é sobrecarregado. A pressão é muito grande. A mulher tem de cuidar da casa, dos filhos e trabalhar. Isso tudo piora a condição de saúde mental.”[1]

 

 

Não tenho dúvidas de que uma das razões por detrás desses suicídios é a sensação de vazio. As pessoas sentem o vazio porque não conseguem encontrar o significado para a vida. Elas se entregam à correria do dia-a-dia, executam as tarefas que lhes são exigidas, submetem-se às pressões mais sufocantes, multiplicam os seus esforços para alcançar as metas; mas, no fim, não sabem muito bem porque estão se desgastando tanto. Será que o significado da vida é medido pela quantidade de relacionamentos que temos, pelo número de seguidores que possuímos, pelos elogios que arrancamos da das pessoas? Será que vivemos, trabalhamos e investimos o nosso suor e tempo para conseguir comprar uma casa maior, um carro melhor, uma roupa mais cara, um pacote de viagens mais exótico, um nome mais conhecido pela multidão? Será que o significado da nossa vida é dado pela nossa conta bancária? Pelos likes no Facebook? Pelos diplomas na parede? Pelos nossos trabalhos seculares ou ministeriais?

 

 

As pessoas se perdem no vazio quando medem a própria vida, que é um bem intangível e eterno, com essas réguas e padrões, que são tangíveis e passageiros. A pessoa irá se desesperar toda vez que medir aquilo que é eterno com uma régua passageira. Ela irá de angustiar porque verá que essas réguas nunca são grandes o suficiente! A vida é sempre maior do que quaisquer réguas que a sociedade à nossa volta nos oferece! A régua do trabalho não consegue apresentar o resultado correto para o significado da vida! A régua da conta bancária também não consegue apresentar um resultado satisfatório para o significado da vida! A régua dos estudos é falha! A régua da fama também não é adequada! A régua do trabalho ministerial também não é apropriada! O ser humano não possui réguas e padrões adequados para apresentar o tamanho do significado da vida. As nossas réguas são sempre muito curtas! Sempre falta um grande pedaço, que deixou de ser medido! Por isso, as pessoas, que só consideram os padrões de medição humano, se desesperam tanto e caem no vazio!

 

 

Certa vez, Jesus corrigiu os discípulos porque eles estavam usando réguas e padrões humanos para medirem o sucesso da vida. Eles haviam tido muito sucesso em uma viagem ministerial e, por isso, cheios de alegria, eles disseram: “Senhor, até os demônios se submetem a nós, em teu nome” (Lucas 10.17 – NVI). A alegria deles estava baseada no sucesso que haviam tido no trabalho realizado! Não é errado ter alegria por causa de um trabalho bem-sucedido. Devemos nos alegrar com as nossas vitórias sempre. Contudo, não podemos imaginar que o sentido da nossa vida está no nosso trabalho ou no sucesso. Não podemos medir o significado da nossa vida ou buscar a nossa identidade naquilo que fazemos! Por essa razão, Jesus docemente corrigiu a perspectiva dos discípulos, e disse: “Alegrem-se, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas porque seus nomes estão escritos nos céus” (Lucas 10.20). Jesus nos ensinou que ao invés de buscar a nossa identidade e significado da vida naquilo que é passageiro, devemos firmar a nossa identidade e basear o nosso significado naquilo que é eterno, a saber, Deus! “Alegrem-se porque seus nomes estão escritos nos céus”.

 

 

Eu fiz esse exercício essa manhã. Ao perceber a sensação de vazio aproximar-se de mim, voltei os meus olhos para o Senhor. Fui lembrado de que o meu significado não é dado pelo meu trabalho, meu conhecimento, meus estudos, minha conta bancária, meus sucessos ministeriais, minhas pregações, meus escritos, meus seguidores no Instagram, meus convites para pregar em algum lugar ou minha popularidade diante das pessoas. Todas essas coisas podem deixar de existir algum dia. Elas são passageiras e temporárias. Um dia, elas existem; mas no dia seguinte, elas podem deixar de existir. O Espírito Santo me relembrou que o meu significado é dado tão somente por aquilo que Jesus fez por mim, tornando-me Filho de Deus e, desde a eternidade, escrevendo o meu nome nos céus.

 

 

Aquilo que Deus fez por mim nessa manhã, quero transmitir a você. Olhe para você e entenda que quem dá o significado para a sua vida não é você mesmo ou aquilo que você faz (esqueça essas réguas e padrões de medição humanos), mas Deus e aquilo que Ele já fez por você! “Alegre-se porque o seu nome está escrito nos céus”.

[1] http://glo.bo/1MvvYh1

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23/02

Nunca é tarde demais!

Postado dia 23 de fevereiro de 2016

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Momento pai e filhos na Caravana Israel DT/2012

 

 

Por Gustavo Bessa.

 

 

Estou lendo um livro sobre a influência do pai na vida dos filhos. Comecei a lê-lo hoje enquanto espero a Ana terminar o almoço. Depois de ler as primeiras páginas, os meus olhos não conseguiram avançar para além dessa seguinte frase: “Deus é especialista em recompensar os que chegam depois”. Deus não recompensa apenas as pessoas que têm a consciência do trabalho e das responsabilidades desde o início do dia, mas Ele também recompensa aquelas pessoas que somente têm a consciência do trabalho e das responsabilidades no final do dia. Na verdade, Deus decidiu recompensar igualmente todas as pessoas que dizem “Sim” para o convite dEle, independentemente do momento em que essas pessoas dizem “Sim”, quer seja no início da vida, no meio do dia, ou no final da jornada.

 

 

O autor fez essa afirmação com base em uma parábola que Jesus contou (Mateus 20.1-16). Jesus disse que certo homem contratou algumas pessoas para trabalharem na sua vinha. Algumas pessoas foram contratadas no início do dia, e outras, no final do dia. As pessoas que foram contratadas no início do dia trabalharam muitas horas; e as pessoas que foram contratadas no final do dia trabalharam apenas por uma hora. Contudo, no momento em que o patrão pagou o salário aos trabalhadores, ele decidiu pagar o mesmo tanto para todos! E quando algumas pessoas alegaram “injustiça”, o patrão simplesmente respondeu: “Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário? Receba o que é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo que lhe dei. Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso?” (Mateus 20.13-15 – NVI). Em outras palavras, o patrão disse para aqueles que chegaram depois: “Nunca é tarde demais!”

 

 

Às vezes nós nos culpamos por termos demorado a aprender algumas verdades. Há poucos dias, conversei com a Ana sobre algumas falhas que cometemos no primeiro ano de vida do Isaque. Estávamos tão envolvidos nas viagens missionárias e ministeriais que, por muitas vezes, deixamos o Isaque na casa dos avós. Os nossos pais são pessoas maravilhosas! Mas os nossos filhos precisam sobretudo da presença dos pais. Lembro-me do dia em que eu cheguei de uma viagem missionária e o Isaque, com apenas 1 ano e 6 meses, batia na porta do banheiro e me chamava insistentemente: “Papai! Papai! Papai!”. O seu tom de voz parecia me dizer: “Papai, você vai viajar de novo?” ou, “você vai desaparecer de novo?” (Só de me lembrar dessa cena, o meu coração dói.) A partir daquele dia, eu e a Ana combinamos de nunca mais viajarmos ao mesmo tempo e deixarmos os nossos filhos na casa dos avós sem a companhia de um dos pais. Contudo, já havíamos cometido aquele erro…

 

 

Erramos por ignorância, mas podemos experimentar a redenção nas nossas vidas a partir da Palavra misericordiosa e graciosa do nosso Pai do Céu. Ele é especialista em recompensar aqueles que chegam depois. Ele é gracioso para recompensar inclusive aqueles que demoram a aprender. Aos olhos de Deus, nunca é tarde demais! Podemos ter a certeza de que Deus é poderoso para transformar e redimir até mesmo as lembranças e as marcas mais profundas no nosso coração e no coração dos nossos filhos.

 

 

Essa verdade maravilhosa do caráter e da Palavra de Deus se aplica a todas as áreas da nossa vida. Se demoramos a aprender alguns princípios para o casamento, nunca é tarde demais para acertarmos e recebermos a plena recompensa de Deus. Se demoramos a ouvir algumas palavras de orientação para acertar os nossos negócios, nunca é tarde demais para resolvermos as pendências e recebermos a plena recompensa de Deus. Deus é gracioso e ama nos recompensar. Nunca é tarde demais!

 

 

 

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22/02

O que você mais valoriza nessa vida?

Postado dia 22 de fevereiro de 2016

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Reconstituição facial de Paulo feita por pesquisadores alemães

 

 

Por Gustavo Bessa

 

 

O apóstolo Paulo tinha um testemunho de vida impressionante. Certa vez, enquanto ele se lembrava de como era a sua vida – um homem conhecido, reverenciado e admirado, ele escreveu: “Mas o que para mim era lucro, passei a considerar como perda por causa de Cristo” (Filipenses 3.7 – NVI). De repente, em um breve momento, em uma experiência de viagem, a perspectiva de Paulo em relação à vida era mudada.

 

 

O encontro que Paulo teve com Jesus transformou-o completamente. Ele foi mudado na maneira de pensar, de sentir, de ver o mundo, de viver no dia-a-dia e de se relacionar com as pessoas. Se, do lado de fora, ele parecia ser a mesma pessoa (muitos ainda tinham medo daquele homem de altura mediana e nariz proeminente); do lado de dentro, Paulo era um outro homem.

 

 

Se antes, ele gostava de ostentar os seus títulos – “circuncidado ao oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, verdadeiro hebreu; quanto à lei, fariseu” (Fp 3.5), no momento em que ele escrevia a carta aos Filipenses, ele diz que os títulos que ele possuía não lhe valiam mais nada, antes, haviam perdido toda a importância e valor; pior, Paulo os considerava como esterco! O maior sonho de Paulo não era o de ganhar mais títulos, mais aplausos, mais admiradores, mas, sim, “ganhar Cristo” (Fp 3.8).

 

 

O encontro com Jesus não muda, necessariamente, a aparência externa das pessoas, mas muda obrigatoriamente o coração. Aquilo que antes era importante perde o valor; aquilo que antes era admirado passa a ser desprezado; aquilo que antes era atrativo torna-se repugnante; aquilo que antes era desejado não tem mais brilho. O único desejo da pessoa é ganhar Cristo! Ou como o apóstolo Paulo escreveu: “Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como ele em sua morte para, de alguma forma, alcançar a ressurreição dentre os mortos” (Fp 3.10).

 

 

A experiência com Jesus transformou até mesmo o modo de falar de Paulo. Se antes, nas suas palavras, ele ostentava quem ele era, depois de Cristo, as suas palavras apontavam para quem Cristo era. Cristo tornou-se o assunto de Paulo nas conversas, nas viagens e nas cartas, quer ele estivesse gozando de liberdade, quer ele estivesse atrás das portas de uma prisão.

 

 

Na sua última carta, por exemplo, Paulo revelou as profundas marcas que Jesus havia lhe deixado no coração. Ele não estava gozando férias em uma maravilhosa praia do Mediterrâneo, mas estava preso em uma fétida prisão de Roma. Ao invés de se lamentar ou de conversar sobre outros assuntos, ele escreveu mais uma vez sobre aquilo que lhe era mais caro: “Na minha primeira defesa, ninguém apareceu para me apoiar; todos me abandonaram. Que isso não lhes seja cobrado. Mas o Senhor permaneceu ao meu lado e me deu forças, para que por mim a mensagem fosse plenamente proclamada e todos os gentios a ouvissem. E eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará de toda obra maligna e me levará a salvo para o seu Reino Celestial. A ele seja a glória para todo o sempre. Amém. ” (2Timóteo 4.16-18 – NVI).

 

Paulo transpirava Jesus! Quer estivesse livre, quer estivesse preso, ele se lembrava de Jesus, falava sobre o Senhor e adorava a Deus. Ele “colocava para fora aquilo que ele já tinha colocado para dentro.” Ele falava daquilo que lhe enchia o coração. E você? O que tem enchido o seu coração?  O que você “tem colocado para fora” em suas conversas formais e informais? Em que poço você tem ido buscar a sua água? O que você mais valoriza na sua vida? (Nós somos parecidos com aquilo que mais admiramos).

 

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19/02

Você já pensou em desistir?

Postado dia 19 de fevereiro de 2016

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Por Gustavo Bessa.

 

Enquanto lia a epístola aos Hebreus, deparei-me com esse versículo: “Portanto, esforcemo-nos para entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele modelo de desobediência” (Hebreus 4.11 – NVI). Essas palavras nos revelam um paradoxo da caminhada cristã, a saber, só existe descanso para quem se esforça! Em outras palavras, não existe descanso para quem descansa, ou para “quem entrega os pontos”.

 

 

O autor aos Hebreus escreve aos cristãos que estavam quase desistindo da caminhada da fé por causa das lutas e dificuldades encontradas na jornada. Ainda que no início da caminhada eles tivessem demonstrado fé e alegria, naquele momento da vida, eles estavam cansados e dispostos a “jogar tudo para o alto”. As pressões estavam muito fortes e as opressões eram intensas! O caminho mais fácil e cômodo era o da desistência!

 

 

Todos nós já passamos por esse tipo de situação. Eu perdi a conta de quantas vezes eu já fiquei desanimado e tive vontade de desistir. Há um ano, no dia 03 de dezembro de 2014, por exemplo, eu escrevi no meu caderno devocional: “É difícil acordar toda manhã… Tenho vontade de ficar deitado. Ainda que eu tenha muitos compromissos na agenda, eu não tenho ânimo no meu coração”. No calor das batalhas, não é difícil o nosso coração derreter…

 

 

Por essa razão precisamos, em primeiro lugar, nos cercar de pessoas de Deus. Nos momentos difíceis, elas estarão do nosso lado, não para nos acusar, mas, sim, para nos encorajar a perseverar na obediência. Elas serão boca de Deus para as nossas vidas e servos do Altíssimo para a nossa alma. Ainda que pareça difícil encontrar tais pessoas, elas existem e estão próximas de nós. Nos momentos escuros daqueles cristãos, Deus moveu o coração de uma pessoa para escrever uma epístola de encorajamento aos Hebreus!

 

 

Em segundo lugar, nós precisamos reagir! Somos nós que precisamos nos esforçar para entrar no descanso! Deus nos arrancou do “Egito” com mão poderosa; e com mão graciosa, Ele mesmo tem nos conduzido pelos oásis e desertos desta vida. Mas somente atravessaremos o rio e chegaremos seguros na Terra da Promessa e no nosso descanso se nos esforçarmos e não desistirmos no meio do caminho.

 

 

O caminho que nós trilhamos não é um caminho desconhecido. Milhares e milhões de pessoas já passaram por ele. É por isso que o autor aos Hebreus pode encorajar os cristãos, dizendo: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé” (Hebreus 12.1-2 – NVI).

 

 

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17/02

A mão (in)visível de Deus

Postado dia 17 de fevereiro de 2016

2013-03-13 10.38.14

 

Por Gustavo Bessa.

 

Eu gosto muito da história de José, filho de Jacó. Gosto especialmente das palavras finais quando ele diz aos irmãos: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos” (Gênesis 50.20 – NVI). Após ser preso pelos irmãos, vendido como escravo para o Egito, tratado injustamente pela patroa egípcia e esquecido na prisão, José reconheceu que não era a mão do diabo que pesava sobre ele, mas, sim a mão de Deus que estava dirigindo cada um dos momentos da sua história. José nunca deu crédito aos demônios, às circunstâncias ou aos homens para os acontecimentos da sua vida. Ele somente conseguia enxergar a boa mão de Deus sobre a vida dele (ainda que, muitas vezes, somente com os olhos da fé). Quer fossem momentos bons ou ruins, alegres ou tristes, José sabia que Deus estava no controle e no governo de cada um dos detalhes da sua vida.

 

 

No ano de 1976, uma mulher grávida entrava no Hospital Evangélico de Belo Horizonte para dar à luz o seu primeiro filho. Era uma menina! Como aquela família não tinha muitos recursos financeiros, o presidente do hospital decidiu assumir todos os custos do parto. E nasceu uma menina linda, de olhos castanhos, que recebeu o nome de Ana Paula Machado Valadão! Duas décadas mais tarde, aquela menina, então moça, conheceu um rapaz e eles se casaram! Aquele rapaz era o neto do homem que pagou pelo seu parto! Coincidência? Não!!! Mas a mão (in)visível de Deus!

 

 

Alguns meses depois do meu casamento com a Ana, nós sofremos um acidente de Jet-Ski em uma das praias do Espírito Santo. Eu tive uma grave fratura exposta na minha perna esquerda. Durante muitos meses, eu fiz o tratamento para me recuperar das sequelas do acidente. Foi um tempo muito doloroso, difícil e, às vezes, repleto de ansiedades. Por outro lado, aquele período foi um tempo de muitas experiências gloriosas na nossa caminhada com Deus! A música “Preciso de Ti” e “Aos olhos do Pai” nasceram durante aquela estação em nossas vidas! Nós não estávamos desamparados, mas sim guardados e inspirados pela mão (in)visível de Deus!

 

 

Precisamos entender que não existem acasos na vida dos servos e servas de Deus. A nossa vida está nas mãos dEle, que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos segundo o poder dEle que em nós opera. Enquanto muitos (homens ou demônios) podem planejar e intentar o mal contra nós, Deus, que está acima de tudo e todos, permanece assentado no Trono, guiando os acontecimentos da nossa história com a sua mão poderosa. Por isso, ao invés de fecharmos os nossos ouvidos e fixarmos os olhos naquilo que parece mal, abramos os nossos ouvidos e coloquemos os olhos em Jesus. Ele mesmo será glorificado, agindo em todas as coisas para o nosso bem.

 

 

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